Dança para emagrecer e tonificar: saiba quais estilos são mais eficazes
Ritmos como zumba, fitdance, balletfit e street dance aliam diversão, gasto calórico e fortalecimento muscular
21/06/2025
Para quem busca uma atividade física que vá além da repetição de exercícios e proporcione prazer, bem-estar emocional e resultados visíveis no corpo, a dança é uma aliada poderosa. Além de ajudar no emagrecimento, os diferentes estilos de dança trabalham força, flexibilidade, coordenação e condicionamento físico.
“A dança alimenta o corpo e a alma. Quando praticada com orientação adequada, ela melhora o tônus muscular, o sistema cardiovascular e ainda promove felicidade e autoestima”, afirma Patrícia Capucho, gerente técnica da Companhia Athletica, bailarina clássica de formação e profissional de educação física.
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Segundo a especialista, a escolha do tipo de dança pode variar conforme os objetivos físicos de cada um. Confira os estilos que mais ajudam no equilíbrio entre queima calórica e tonificação muscular:
Aula de Ritmos (zumba, fitdance): mistura de músicas latinas, pop, funk e eletrônica. Excelente para emagrecimento, promove alto gasto calórico e utiliza a gordura como fonte de energia. Também melhora a coordenação motora e a agilidade.
Balletfit: Combina elementos do balé clássico com treino funcional. É eficaz para o fortalecimento dos membros inferiores e superiores, abdômen e glúteos, além de melhorar a postura e a flexibilidade.
Street dance: Além dos benefícios cardiovasculares, esse estilo urbano ajuda na coordenação motora, resistência e condicionamento físico.
A dança vai além dos ganhos físicos. Por movimentar o corpo como um todo, ela estimula a conexão mente-corpo, reduz o estresse, melhora o humor e contribui para a saúde mental. “É uma das modalidades mais completas para o corpo saudável e pode ser praticada em qualquer fase da vida”, reforça Capucho.
De acordo com Patrícia, o principal critério na escolha é o prazer: “A melhor dança é aquela que te faz feliz”. Hoje, as aulas são adaptadas para todas as idades e níveis de condicionamento, com foco na saúde e bem-estar, e não na performance artística – como ocorre na formação de bailarinos em escolas especializadas.
Para quem deseja resultados visíveis, a recomendação é praticar dança de duas a três vezes por semana, sempre aliada a uma rotina equilibrada de alimentação, hidratação e sono de qualidade. “E para quem está começando, o segredo está em buscar orientação profissional. Dançar é um excelente treino aeróbico que pode preparar o corpo e transformá-lo”, conclui Patrícia.
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